Dicas para a Mamãe

Higiene do Coto Umbilical

Seu bebê após o nascimento terá o coto umbilical por volta de duas semanas e você deverá limpá-lo muito bem. Para isso basta utilizar álcool 70% com cotonete dando uma volta completa em torno do coto. Faça isso até o cotonete sair limpo e seco.

Preparando as Malas
Enxoval

Para a mãe

  • Camisola/pijama/penhoar de fácil acesso à amamentação – 4 peças
  • Sutiã com alças de sustentação largas – 3 peças ou mais
  • Calcinhas – 6 peças ou mais
  • Lembrancinhas
  • Enfeite de porta
  • Roupa para retornar para casa (solta e confortável)
  • Produtos de higiene pessoal (escova de dentes, pasta, sabonete, pente para cabelos, shampoo dentre outros de uso pessoal)
  • Absorventes de seio ou gaze protetora de mamilo
  • Absorventes higiênicos (tipo noturno)

Para o bebê

  • Macacão: 6 peças (adequados ao clima)
  • Body: 6 peças
  • Calça com pé: 6 peças
  • Manta ou cobertor: 2 peças
  • Luva: 2 peças
  • Meias: 6 peças
  • Fraldas descartáveis: 12 a 16 unidades

Para conforto e segurança de seu bebê solicitamos que:

  • Retire alfinetes, etiquetas de papel e elásticos apertados das roupinhas
  • Lave com sabão neutro todas as peças que serão utilizadas
  • Evite o uso de amaciantes e perfumes nas roupas pois podem desenvolver processo alérgico no bebê;
  • Evite golas e babados muito grandes para não incomodar o bebê, nem atrapalhar a mãe no aleitamento.
  • Utilize tecidos adequados as estações do ano (linha, lã, moletom, algodão, cambraia e outros).
Cuidados para a Internação

Orientamos que não utilize:

  • Esmalte colorido ou com glitter
  • Lentes de contato no dia da internação. Dar preferência aos óculos no pós-operatório por motivo de risco de infecção
  • Maquiagem e cremes hidratantes
  • Produtos químicos fixadores de cabelo
  • Próteses capilares (alongamentos ou apliques)
  • Piercings
Psicologia na Gravidez

Se você está grávida ou pretende ficar, vale à pena pensar sobre quais aspectos psicológicos são relevantes nesse momento.

A mulher quando engravida passa por tantas emoções e de tão variadas origens que enumerá-las seria impossível. Isto porque cada uma tem sua própria história, seus desejos e medos únicos, percepções que começaram quando nasceram.

O que qualquer pessoa pensa quando se fala em gravidez? Que teremos um novo ser humano vindo aí, um bebê! Todos se perguntam com quem se parecerá, qual a cor dos olhos, o tipo do cabelo, enfim, características físicas que lembrarão a mãe ou o pai. Mas e quanto ao aspecto psicológico? Pra quem vai puxar? Vai ser mais tranqüilo como a mãe ou bravo como o tio, brincalhão como o pai? Será que é mesmo assim que as coisas vão acontecer?

Sabemos que de forma natural a concepção não pode ser por nós comandada quando se trata da cor dos olhos, cor da pele, tipo de cabelo, quanto vai ter de altura, e outras características físicas (salvo nas questões que envolvem a Ovodoação- cujo tema fica para uma outra oportunidade).

Mas quando pensamos nos aspectos psicológicos, as coisas podem ser pensadas de forma um pouco diferente.

A criança aprende por imitação. Seu aprendizado se faz através do estabelecimento do vínculo afetivo e nas identificações que fará a partir disso. A tendência é que a criança reaja ao estímulo de acordo com o que vivencia e percebe no seu dia a dia. Tudo é estímulo: a bola, a mãe, a cobrança, o carinho, a compreensão, o respeito, os irmãos e primos, a escola, o banho, a comida, a forma como a alimentam, as discussões mais ou menos tensas na família,etc. A tendência é que ela copie aquele que tiver respostas que correspondem ao seu sentimento em relação aos estímulos que lhe chegam.

Uma criança que cresce num ambiente equilibrado, sem muitas crises entre os cônjuges na vivencia de seus papéis, numa família que favorece um desenvolvimento cheio de ganhos e poucas culpas, com valores que promovem a autonomia, a autoestima, com certeza será uma criança feliz e um adulto realizado.

As pessoas pensam em como será o bebê, a futura mamãe pensa como será seu bebê e pensa também em muitas e muitas coisas.

Durante a gravidez, em geral, mulheres mais jovens preocupam-se com seu corpo, como ficará durante e depois da gravidez, se dará conta de cuidar do filho, se saberá ser de fato uma boa mãe. Já as mais velhas, além das questões relacionadas ao cuidado diário, se preocupam com o futuro, com a educação, escolas, universidades.

Percebo ao longo de minhas experiências - tanto profissional (são 25 anos de atuação na área da saúde e educação), quanto pessoal (tenho dois filhos: João - 8 anos e Mariana - 6 anos) que o mais importante durante a gravidez é o viver esse momento, senti-lo, curti-lo, temê-lo, apaixonar-se, enfim, deixar que a disponibilidade interna para a vivência da maternidade possa ser aflorada sem repressões. Isto quer dizer que não são apenas os sentimentos mais nobres que podem ser vividos (alegria, realização, esperança, etc.), mas também os menos nobres (medo, raiva, desprezo, tristeza, etc.).

O homem é um ser movido a sentimentos. Estes se formam primeiro através das percepções sensoriais nos primeiros dois anos de vida do bebê e depois se estruturam através do pensamento. O pensar é algo que vem da linguagem (que é própria do ser humano). A linguagem,  o pensar se formam através do vínculo afetivo que se estabelece na relação bebê-mãe, bebê-mundo, a partir do segundo ano de vida.

O que podemos pensar em relação ao período da gravidez? 

A gravidez é o período na vida de um casal em que há a preparação para a vivência do papel de pai e de mãe. A idéia desses papéis começa muito antes do óvulo ser fecundado. Ela começa quando ainda crianças, tanto o homem quanto a mulher, vivem seus processos de formação da idéia de serem pais. Os próprios pais ensinam as lições básicas: ser pais pode ser prazeroso, pesado, cansativo, bom.

Os filhos quando pais, geralmente e instintivamente, fazem com seus filhos o que os pais fizeram que lhes agradaram. Tentam dar aquilo que lhes faltaram. Enfim, o que vivenciaram enquanto filhos. Por isso é tão difícil ser pais... Nunca estiveram nessa condição de pensar sobre o que significa ser pai, ser mãe, ser cuidadores, saber a importância da vivência da frustração, do desejo, saber como ajudar uma criança a formar sua auto-estima com o olhar de um pai e não como filho.

Ser filhos não é ser pais... Ser pais implica em viver um papel diferente do vivido enquanto filhos. Não dá para pensar como pai sendo filho!

Com isto podemos entender que para serem pais, bons pais é preciso que cada cônjuge se disponha a pensar sobre o que significa viver seu papel de pai, de mãe, enfim, de cuidadores.

O que significa ser pai, ser mãe?

Ser pais é ser modelos, ser referência de pessoa, de valores que ao serem seguidos levam a uma conduta que traz satisfação, realização, autonomia, independência.

Claro que também é com os pais que os filhos aprendem a crescer. A ser um alguém capaz de dar amor e ser amado.

Com os pais os filhos aprendem sobre o amor, a frustração, a auto-estima, as perdas, os ganhos, o respeito, valores que se formam quando duas pessoas de famílias semelhantes ou diferentes entre si, se unem numa nova família. As famílias quando diferentes entre si no seu modo de ver e valorizar a vida, muitas vezes experimentam dificuldades nas identificações do casal em seus papéis bem como do(s) filho(s) em seu desenvolvimento. É importante que o casal converse muito sobre o que querem e esperam do casamento, da maternidade, da vida profissional e outros tantos assuntos. Só assim a cumplicidade entre o casal vai se formar e estabelecer a base dessa união.

Os filhos aprendem tudo com os pais. Nos dois primeiros anos eles aprendem através dos cinco sentidos, por isso é bom acariciar-lhes muito, conversar, pegar no colo, cheirar, amamentar, e olhá-los muito.

O primeiro ano é básico para esse vínculo se estabelecer. É a fase oral onde o bebê conhece o mundo através da boca. Perdura até o segundo ano de vida. Depois vem a fase que os pequenos se percebem como pessoas, separadas. É a fase anal. O controle é sua característica principal. Esta fase começa por volta dos dois anos e se estende até os quatro anos em media. Nessa altura do desenvolvimento, os pequenos alcançam sua primeira autonomia.

O Medo na Gravidez

A gravidez na vida de uma mulher, quando vivida em sua essência e plenitude, traz um estado de felicidade e um crescimento interno do ponto de vista afetivo-emocional que são extremamente enriquecedores para o universo feminino.

Mas para que isto ocorra temos que enfrentar nossos medos.

Medos? Outro dia uma mãe me contava que não se lembrava de ter sentido medo durante a gravidez, mas conforme fomos conversando ela se lembrou que teve muito medo sim. Medo de sentir dor, medo das dores do parto.

Assim como essa mãe, cada mulher quando engravida vivencia seus medos de acordo com sua história de vida. Ela terá mais ou menos medo de acordo com seu amadurecimento enquanto filha, mulher, esposa.

Elas contam que seus maiores medos estão relacionados à dor e/ou complicações no parto, ao medo do aborto e ao medo de não ser capaz em seu novo papel. Desejar ser mãe não garante que será boa mãe.

O medo da dor do parto é muito comum e pertinente já que todo parto envolve uma situação de risco, cesárea ou natural. Hoje, os avanços tecnológicos permitem tratar com maior precisão os problemas decorrentes de uma cirurgia trazendo maior segurança para a parturiente e o bebê.

Por outro lado a cesárea não deve ser vista como solução num mundo tecnológico, mas como alternativa nos casos em que o parto natural seja contra indicado.

O melhor tipo de parto é aquele que traz maior segurança para a mãe e para o bebê. Segurança física e psicológica.

O medo de perder o bebê (aborto) até o terceiro mês de gestação, da tão temida morte súbita, de sua própria morte no parto, medo de ter um filho com deficiência, apesar de parecerem pensamentos tão cruéis, vivem no imaginário das grávidas. É natural que esses medos existam, pois apesar de pequenas, as chances de ocorrerem tais acontecimentos, são reais. E no medo não há números que ajudem a clarear as idéias mostrando que as proporções são menores que a

fantasia. Muitas vezes os medos que essas coisas ruins aconteçam estão relacionados ao sentimento de inferioridade, sentimento de não ser merecedora por não acreditar no seu valor, na sua capacidade. Se não é boa o bastante como vai gerar filhos maravilhosos e saudáveis?

Por que os medos aparecem?

A insegurança e tantos outros sentimentos que desencadeiam o medo excessivo acontecem quando a mulher está se formando enquanto pessoa e não quando ela está formando uma nova pessoa.

Essa dúvida quanto à capacidade de gerar e cuidar de um filho, transformando-o num adulto capaz, autônomo e independente pode ser tão grande que a mulher acaba desenvolvendo uma depressão após o parto.

É fato que a responsabilidade é grande. E responsabilidade é coisa de gente grande, de gente adulta, que sabe lidar com sua autoridade, sabe colocar limites.

Então, se a gestante ainda vive em sua condição de filha, de alguém que ainda não possui autonomia afetivo-emocional, é hora de buscar meios para amadurecer.

Com a gestação vem o amadurecimento, a vivência de novos papéis.

A mulher, ora na condição de esposa, torna-se uma gestante que controla a proteção do bebê (que está dentro da barriga). Então, passa para o final da gravidez com a perda da barriga e o ganho da condição do ser mãe. Tudo isso numa seqüência em que muitos conflitos permeiam.

A mulher fica exposta a uma condição de transformações internas e externas que de fato a deixam mais sensível, mais vulnerável e, portanto, com mais medo.

Medos... Medos... E mais medos...

Além dos medos citados acima, as futuras mamães relatam que se sentem inseguras quanto a sua autoimagem - se ficarão gordas, feias ou se não serão mais desejadas pelos maridos. Seus parceiros a amam enquanto esposas e amantes e será que amarão esta nova mulher? Mãe?

Outras receiam que seus maridos não estejam prontos para serem pais e muitas vezes assumem o papel de pai e de mãe, impedindo que estes homens possam exercer a paternidade da forma como lhes for possível. Muitas vezes estão apenas escondendo seu grande medo de não conseguirem ser boas mães.

Muitas mulheres apresentam medos relacionados à amamentação: terão leite? Saberão mamentar? O leite será “forte”? Ficarão com os seios feios e caídos após amamentar? Sentirão dores ao dar o peito e outros tantos receios? Quanto maior a cobrança para consigo própria, maior a ansiedade e a dificuldade para se adaptar ao novo momento. Ninguém nasce sabendo. Amamentar é um ato que precisa ser aprendido tanto pela mãe quanto pelo bebê.

O medo de perder o emprego ou o medo de se distanciar de suas habilidades profissionais são outras preocupações presentes na vida da mulher moderna. A gestação nem sempre se encaixa no mundo moderno onde o trabalho, o poder, o dinheiro passaram a ter um maior destaque.

A hora de voltar ao trabalho após a licença maternidade traz sentimento de abandono e culpa. Porém a mãe precisa seguir sua vida, validar seus outros papéis e a profissão é um deles. Com certeza isto contribuirá para o crescimento sadio do bebê que também aprenderá a valorizar todos os seus papéis que vivenciará ao longo de seu crescimento.

Com quem o casal vai deixar o bebê também é algo que costuma incomodar e trazer o medo do desconhecido. Este é um assunto que deve ser muito conversado entre o casal e buscado nas tantas opções existentes.

A ansiedade pode acontecer na gestação, mas será presente de modo mais acentuado, se ela já existir no histórico de vida dessa mulher. Se não cuidar dessa ansiedade, provavelmente a futura mamãe terá dificuldades para orientar com tranqüilidade, sem se misturar nos papéis.

Outro ponto importante em relação aos medos das gestantes diz respeito a vivencia das frustrações. A gravidez pode ser diferente daquela sonhada, idealizada. A gestante pode ter muitos desconfortos que não estavam sendo esperados. Pode ser uma gravidez não desejada. Pode ter problemas relacionados à sua saúde e a do bebê. Pode ter acontecido num momento inadequado. Todas estas questões produzem medo.

O ser humano é programado para sentir prazer. Ninguém quer ter sofrimentos ou sentir dores. Mas talvez lembrar que a dor do parto é umas das muitas partes que envolvem o maravilhoso nascimento de um novo ser, de uma nova mãe e de um novo pai, então a percepção dessa vivência pode mudar.

Aprendendo a lidar com sua dor, a futura mamãe estará treinando para que quando chegar o momento de seu filho viver suas frustrações e dores, ela estará em condições de ajudá-lo. 

O medo é nossa proteção

Por fim, não podemos esquecer os medos das doenças. Doenças que já existiam na historia da gestante, doenças que podem ser perigosas durante a gravidez, como a rubéola, doenças como a gripe suína que chega meio que de surpresa e até que se descubram meios de contê-las, elas fazem suas vítimas, doenças que são próprias da gravidez, enfim as doenças de um modo geral trazem riscos e mais do que tudo elas falam sobre a urgência e cuidados no pré-natal.

Um pré-natal acompanhado desde o inicio auxilia a futura mamãe em sua segurança e bem-estar.

O medo é um sentimento que aparece sempre que nos sentimos ameaçados ou frente ao desconhecido. É um sentimento de proteção, de que corremos o risco de sair do equilíbrio, de perder nosso chão, nossa identidade.

O medo quando impossibilitado de ser manifestado, percebido, se transforma em raiva. Muitas vezes a mulher sente medos sem conseguir identificá-los ou tem vergonha de manifestá-los. Com o tempo aparece a raiva de si mesma que acaba gerando culpa e baixa auto-estima.

É preciso entrar sim em contato com o medo, mas isso não significa apenas, saber sobre sua origem.

Como eu disse, é preciso enfrentá-los.

Isto significa tomar as devidas precauções e cuidados para evitar as dificuldades originadas pelo medo.

Enfrentamento

O planejamento da gravidez, a leitura de assuntos referentes ao que acontece com a mãe e com o bebê durante a gestação, os cuidados básicos com o recém-nascido, o acompanhamento médico,são boas medidas para que o medo não se torne doentio, mas salutar, como um protetor.

Ter um pequeno caderno para anotações de dúvidas que surgem no dia a dia e que na hora da consulta são esquecidas; para anotações de pontos importantes de palestras e cursos para gestantes ou mesmo servindo como um pequeno diário para o registro dos sentimentos menos nobres é também uma boa forma de enfrentar o medo.

A mulher grávida deve ser acolhida, ser cuidada e entendida em seus sentimentos que tanto oscilam entre o início e fim de um dia. Menos força para o medo.

O apoio do marido deve acontecer de forma natural e cheia de cumplicidade, pois só assim o diálogo se tornará rotineiro na vida do casal. Este é um fator importante para o amadurecimento do casal em relação à maternidade. Pensar sobre a condição e significado do que seja ser pai, ser mãe é algo crucial para se ter sucesso na vivencia desse novo papel.

O medo é salutar, necessário para que o cuidado seja completo. A gestação e o bebê tornam a mulher mais amadurecida, mais dona de si mesma, mais autônoma.

Sua capacidade para a responsabilidade da maternidade aumenta na medida em que ela vive a prática do dia a dia, enfrentando seus medos após identificá-los.

Não tem fórmula, é um aprendizado diário.

Boa hora para você, com todas as dores e prazeres que permeiam esse grande e maravilhoso acontecimento.

O Nascimento de um Filho

O nascimento de um filho(a) marca um novo ciclo na vida de um homem e de uma mulher. Esta experiência é pessoal e única. O nascimento de um novo filho(a) traz lembranças e expectativas diferentes dos nascimentos anteriores.

Ao nascer o bebê recebe um nome. Quando os pais dão um nome ao bebê, em primeiro lugar nomeiam – no (a) de filho (a) e depois escolhem um nome para ele (a). Na primeira nomeação esse bebê recebe o lugar de filho e assim os pais serão nomeados na posição de pai e mãe. Ocuparão os lugares de pai e mãe. Na segunda nomeação, o bebê receberá o nome que lhe acompanhará por toda a sua vida.

Nome e sobrenome são importantes. É através desse nome e sobrenome que a criança passará a existir na sociedade, como parte de um grupo familiar.

O nome do bebê tem uma imensa importância porque será através dele que a criança será identificada. Em todos os momentos importantes de sua vida a criança será chamada pelo nome que os pais escolheram. Em todos os ritos ligados ao nascimento, ao batismo, a circuncisão, na escola, nas atividades das quais participará a criança será assim nomeada. É o som que ela ouvirá cada vez que um ato ou uma atividade for associado à ela e, então, ela se identificará a ele e nele se reconhecerá.

A escolha do nome possui dois aspectos: o som próprio daquela palavra – sua sonoridade; e o sentido – o significado que aquela palavra tem. Procura-se escolher um nome bonito, afetivo, “doce”, “forte”,delicado, curto, um nome duplo, ou o nome de uma pessoa importante ou de uma pessoa que seja ou tenha sido importante.

Nessa escolha – de um nome – estão vinculadas as expectativas que se tem com a vinda do bebê. Assim, um nome é para toda a vida e com ele uma marca que o (a) acompanhará.

Rosa Martinez Sanchez – Psicanalista

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